• Campo Grande MS, 21 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 21 de outubro de 2026

Comissão de Anistia reconhece violação de direitos dos indígenas de MS

  • 2 de abril, 2024
  • Cidades, Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Sessão histórica aprovou o pedido de anistia coletiva dos povos guarani-kaiowá, 

Em uma sessão histórica na terça-feira (2), a Comissão de Anistia finalmente reconheceu a violação dos direitos dos povos indígenas de Mato Grosso do Sul durante a ditadura militar. Essa decisão representa um passo crucial na luta por justiça e reparação para os povos indígenas que sofreram perseguição, tortura e morte durante o regime autoritário.

Presidenta da Comissão, Enéa de Stutz e Almeida, pediu desculpas às comunidades krenak e guarani-kaiowá

A Comissão analisou o pedido de anistia coletiva dos povos guarani-kaiowá da comunidade Guyraroká em Caarapó e dos indígenas Krenak de Minas Gerais. O pedido foi feito pelo MPF em 2015 e se baseia em relatos de violações como confinamento territorial, perda de terras, assassinatos e tortura.

A Comissão Nacional da Verdade já havia reconhecido as violações, mas a decisão da Comissão de Anistia é um passo importante para a reparação.

É a primeira vez que o Estado brasileiro reconhece sua culpa na perseguição e morte de indígenas durante a ditadura. Abre caminho para a implementação de políticas públicas de reparação para os povos indígenas afetados. Fortalece a luta pela memória, verdade e justiça para os crimes cometidos durante o regime militar.

Lideranças indígenas comemoraram o reconhecimento e reivindicaram a implementação de medidas concretas de reparação, como a demarcação de terras e acesso à saúde e educação.

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, afirmou que a decisão é um “passo importante para memória e justiça”.

Nas redes sociais, a hashtag #AnistiaIndígena foi utilizada para amplificar a repercussão da decisão.

A ditadura militar brasileira (1964-1985) foi um período marcado por graves violações de direitos humanos, incluindo a perseguição e o extermínio de povos indígenas.

As políticas do regime visavam integrar os indígenas à sociedade majoritária, o que resultou em conflitos, remoções forçadas de terras e perda da cultura e identidade indígena. Estima-se que mais de 8.300 indígenas foram mortos durante a ditadura.

A Comissão de Anistia deverá recomendar medidas de reparação para os povos indígenas afetados. O governo brasileiro terá a responsabilidade de implementar essas medidas.

A sociedade civil deve continuar mobilizada para acompanhar o processo e cobrar justiça para os povos indígenas.

Essa decisão histórica representa um momento crucial na luta pela justiça e reparação dos crimes cometidos contra os povos indígenas durante a ditadura militar. É fundamental que o Estado brasileiro assuma a responsabilidade por suas ações e implemente medidas concretas para garantir os direitos dos povos indígenas.

Lembre-se: A luta pela memória, verdade e justiça ainda não acabou. É importante continuar acompanhando esse processo e cobrar que os responsáveis pelos crimes sejam punidos e que os direitos dos povos indígenas sejam respeitados.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorPRF apreende 36 kg de cocaína  com ajuda de cães farejadores
PróximoHomem é assassinado com tiro na cabeça em barNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Bolsa oscila e dólar sobe

21 de outubro de 2026

Mercado pecuário em alta em Campo Grande e Três Lagoas

21 de outubro de 2026

Palmeiras recebe o Fluminense hoje por vaga na final da Libertadores

21 de outubro de 2026

Estelionato: Professor da UEMS é preso após Hilux “furtada” ser encontrada em Jales

21 de outubro de 2026

Flávio anuncia “Vira Pix” para devolver parte de gastos com contas

21 de outubro de 2026

Everson viaja com o Atlético ao Uruguai, mas fica fora do jogo contra o City Torque

21 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com