• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026
editorial

O “Fator Reinaldo” pesou na balança

  • Geraldo Silva
  • outubro 31, 2022
  • 9:46 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Finalizadas as apurações em Mato Grosso do Sul, a vitória de Eduardo Riedel passou a ser comemorada com justificada alegria e atribuída a vários fatores. Não há como minimizar o imenso tamanho das capacidades do candidato do PSDB. Ele possui um dos mais qualificados currículos entre os gestores já testados. Currículo e resultados que lhe deram um diferencial singular na disputa de primeiro e segundo turnos.

Outros fatores também devem ser considerados, entre os quais a migração de votos de eleitores de candidatos que não passaram do primeiro turno e o apoio, fundamental, de gente que se confirmou no plano superior da dinâmica política. Um dos exemplos: a senadora eleita Tereza Cristina (PP), que conquistou o país com a sua atuação na Câmara dos Deputados e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Outro exemplo: o estrategista Sérgio de Paula, que organizou e executou ações estratégicas do PSDB e aliados pela candidatura.

Contudo, é necessário destacar o pilar central que explica o sucesso do projeto: o “fator Reinaldo Azambuja”. Na contramão dos indicadores que revelam a maioria dos gestores mal das pernas no segundo mandato, Azambuja está entre os raros dirigentes que se repetem no cargo melhorando o desempenho de uma gestão para outra. E isto não se verifica somente na capacidade de governar e produzir avanços que são referências no Brasil, como frequentar ano a ano as primeiras colocações entre os estados geradores de emprego, liderar quesitos de alta valoração crítica, como a transparência, e responder às crises da economia e da saúde publica (na pandemia) com as mais positivas estatísticas de evolução e atendimento.

Além disso, Azambuja aprimorou em sua longa e vitoriosa vida publica o complexo e exigente exercício do entendimento e da afirmação do propósito de governar como magistrado. Começou assim em duas gestões na Prefeitura Municipal de Maracaju, aperfeiçoou a prática  como deputado estadual e deputado federal, e por fim consolidou na chefia do governo sua vocação para o diálogo, administrando conflitos na base de apoio, construindo pontes para o produtivo relacionamento com adversários políticos e ideológicos.

Em todos os momentos de seus quase oito anos de mandato Azambuja não perdeu a serenidade para lidar com as crises mais terríveis, como na pandemia de Covid-19, cujos efeitos corrosivos na economia tiraram de quase todos os estados a capacidade de investimento e até de atenções básicas à população. O governo estadual não fez parte desse script. Foi um dos únicos que souberam  encarar as ameaças de colapso hospitalar, garantindo plena assistência aos 79 municípios e ainda criando mecanismos de auxílio financeiro e incentivo ao emprego e aos negócios para que se pudesse resistir à paradeira quase generalizada.

E vale frisar: todos os 79 municípios, sem exceção, têm cobertura paritária do governo na execução de políticas publicas. Não se olha para o partido do prefeito, a cor da bandeira do vereador ou o tipo de humor do munícipe. Olha-se para a expectativa do povo. E é dessa forma que os investimentos chegam, pela ação municipalista, em todas as áreas, da infraestrutura à saúde, da inclusão social à educação, à tecnologia, ao empreendedorismo.

O governador eleito Eduardo Riedel foi peça das mais valiosas e essenciais no giro da engrenagem que colocou o Estado entre os de melhor resolução governativa do Brasil. E se a  sua competência pessoal reforçou o movimento dos votos que o elegeram, aí está mais uma das qualidades diferenciadoras do “fator Azambuja”: saber escolher sua equipe. Assim, não tinha como esperar outra resposta das urnas. A voz do povo prevaleceu.

Tenho dito!

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com