• Campo Grande MS, 5 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 05 de setembro de 2026
editorial

Roletas humilhantes e lucrativas

  • Geraldo Silva
  • novembro 1, 2023
  • 8:20 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Humilhação.

Poucas palavras conseguem expressar com tanta fidelidade o injusto e descabido preço pago por centenas de milhares de pessoas que dependem de um ônibus para viver. Ou sobreviver. O transporte coletivo deveria ser um serviço com todos os atributos tecnológicos, operacionais e humanos para garantir bem-estar, segurança e dignidade a quem o sustenta, enriquecendo seus afortunados responsáveis.

Infelizmente esta realidade ainda não chegou a uma das cidades que está entre as grandes capitais do País, porém castigada por algumas absurdas contradições. O sofrimento dos usuários do transporte urbano de um lado e a nababesca rentabilidade dos concessionários do outro configuram a triste equação, cujo resultado é a prestação imprestável de um serviço constante e perversamente caótico.

O transporte dos usuários é feito como se fosse um favor. A frota que circula não é das mais modernas e sua renovação é questionável, até porque trafegam sem que as empresas cumpram seu dever e muito menos respeitem alguns direitos elementares dos passageiros. Veículos sem ar condicionado e com frequência congestionados; linhas sem cobertura; pontos de embarque e desembarque a céu aberto e terminais sem a devida manutenção.

E não acabou por aí. Os atrasos e o abuso tarifário (considerando seu custo-benefício) são acrescidos ainda pelos percalços causados pela carga de trabalho excessiva submetida aos motoristas, que hoje são obrigados a fazer o papel de cobradores e organizadores de filas. É este o cenário real, incontestável do sistema de transporte da Capital.

Nem mesmo existe um Conselho Municipal dos Usuários porque a Câmara de Vereadores não permitiu que a sociedade faça aquilo que ela deveria fazer e não faz, que é fiscalizar os serviços públicos e lutar por suas melhorias.

O verbo humilhar deveria ser varrido do mapa e da história da cidade. Mas isto seria acabar com uma farra que só agrada a meia dúzia.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com