• Campo Grande MS, 9 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 09 de outubro de 2026

A importância da vacinação de crianças na volta às aulas

  • 25 de janeiro, 2023
  • Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada 3 crianças atendidas na atenção básica tem vacina atrasada

A vida escolar vai, aos poucos, voltando ao normal. Após quase 3 anos entre aulas virtuais, híbridas ou presenciais ainda cheia de protocolos, escolas, alunos e pais se preparam para um ano com aulas presenciais em quase todos os estados do país. Ainda é preciso continuar com alguns cuidados necessários em tempos de pandemia e especialistas têm chamado atenção para a atualização dos cartões de vacinação.

Mas não é apenas a vacina contra a Covid-19 que deve ser observada pelos pais ou responsáveis dos alunos. Para um retorno prudente às aulas, é preciso que todo o cartão esteja atualizado. Afinal, os casos de diversas doenças para as quais já existem vacinas aumentaram em 2022. Entre elas a dengue, com um aumento de 184,6%; da chikungunya, com aumento de 86,9%; e de zika, com aumento de 92,6%.

Em contrapartida, a cobertura vacinal de outra enfermidade grave erradicada desde 1989 no país, a poliomielite, vem caindo significativamente e, por isso, a doença que havia sido erradicada, corre o risco do retorno. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021 a cobertura com as três doses iniciais da vacina foi de 67%; com as doses de reforço, 52%. Até outubro apenas 60% do público-alvo havia sido imunizado.

Quando se trata de sarampo, doença que havia sido eliminada, a situação também não é boa. Entre 2018 e 2021 houve quase 40 mil casos no país, com 40 óbitos. A taxa de eficácia contra a infecção é de 97% após a vacinação. O dado, contudo, revela outro aspecto: desde 2015 o Brasil apresenta queda da cobertura vacinal de todas as vacinas.

Como a maioria das escolas não exige o documento, a atualização do cartão de vacina acaba ficando de lado, especialmente nestes últimos anos de pandemia. Segundo dados do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal vem em queda há cinco anos, mas em 2020 atingiu as piores médias. Entre os motivos para os resultados baixos pode estar o receio da transmissão da Covid-19.

Entretanto, apesar desses dados, é importante destacar a necessidade de medidas preventivas quando o assunto é vacinação. “A queda e a estagnação dos índices de vacinação são fenômenos mundiais. É um cenário extremamente preocupante, uma vez que se tratam de males graves que podem causar óbito. Grande parte desses imunizantes podem atingir uma proteção de mais de 80%”, disse a infectologista e gerente de Vacinas do Grupo Sabin, Ana Rosa dos Santos.

BAIXA COBERTURA

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), em 2021 menos de 59% dos brasileiros haviam completado o esquema vacinal com os imunizantes oferecidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em 2019 a cobertura vacinal no país já estava em 73%, bem abaixo do patamar de 95% preconizado pelo MS. Ainda de acordo com o órgão, entre janeiro e novembro de 2022 33,1% de bebês e crianças (até 11 anos) atendidos em consultas na atenção básica pelo país estavam sem a vacinação em dia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou, em 2022, que o Brasil está entre os dez países com maior quantidade de crianças com as doses das vacinas que previne difteria, tétano e coqueluche atrasadas. O imunizante conhecido pela sigla DPT3 exige 3 doses, que devem ser aplicadas nos primeiros meses de vida.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorSaúde registra primeiro caso de gripe H1N1 do ano no Estado
PróximoMédica morre e duas pessoas ficam feridas em acidente de carro na MS-164Next
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Flávio começa a abrir vantagem sobre Lula no 2º turno

9 de outubro de 2026

Sem plantonista no posto, gestão de Adriane é vergonhosa até de madrugada

9 de outubro de 2026

Azambuja lidera mobilização com forças compactas por Flávio

9 de outubro de 2026

Riedel leva a Flávio mais uma dose de confiança no 2º turno

9 de outubro de 2026

MS entra em alerta contínuo de tempestades por quatro dias seguidos

8 de outubro de 2026

DJ de MS entra no Top 10 mundial da DJ Mag em 2026

8 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com