• Campo Grande MS, 14 de agosto de 2026
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 14 de agosto de 2026
editorial

Crescer, prevenir, curar e avançar

  • Geraldo Silva
  • abril 28, 2021
  • 2:11 pm

Para enfrentar o torniquete recessivo que sufocou a garganta dos tesouros estaduais, a quase totalidade dos gestores públicos brasileiros canalizou e canaliza os recursos disponíveis naquilo que, conforme seu entendimento, serviria para aliviar os impactos da crise.

Nas crises agudas, como a que vivemos e agravada pela pandemia, a esmagadora maioria de governadores, prefeitos e até o presidente da República ocupa-se basicamente do auxílio emergencial e das ações pontuais, como se a realidade exigisse unicamente um tratamento de pronto-socorro.

E assim, aplicam o remédio que é paliativo, não chega sequer a ser um curativo, não cicatriza e ainda abre outras feridas, pois a receita é o antigo e obsoleto “cobrir um santo com a coberta que cobria o outro”. Os vãos sociais continuam abertos e cada vez maiores, porque as providências limitadas ao assistencialismo circunstancial são estanques, esgotam-se no instante em que são realizadas.

Contudo, há exceções. E felizmente Mato Grosso do Sul faz parte deste segmento em que se combate a crise com as duas soluções na receita, o socorro emergencial e a retomada do desenvolvimento. Uma agenda está vinculada a outra.

Contudo, é fundamental para o êxito da solução que algumas qualidades específicas e indispensáveis estejam presentes: a coragem, a audácia, a inteligência para planejar, o cuidado ao executar, a responsabilidade com itens como a transparência e o respeito às regras da gestão democrática, participativa e do controle social.

Se ao governante faltam um ou mais itens desse elenco de condições, seu esforço para combater e vencer as dificuldades estará fatalmente condenado ao fracasso, ainda que lhe sobrem nobres e boas intenções. A pandemia da Covid-19 impõe de maneira ainda mais contundente esses critérios e conceitos.

E não é outra a explicação para o sucesso de Mato Grosso do Sul na performance que vem desempenhando nessas frentes, consolidando o processo de desenvolvimento econômico, social, humano e sustentável, mas combinado com a inteligente estratégia de respostas à crise sanitária, acumulando resultados maiúsculos na luta para superar os efeitos da pandemia e nos saltos significativos na campanha de vacinação contra o coronavírus.

WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com