• Campo Grande MS, 4 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 04 de outubro de 2026

Em baixa, governo de Bolsonaro constrói soluções questionáveis

  • 1 de abril, 2021
  • Coluna 2, Destaque, Geral, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Diante de um cenário no qual todas as pesquisas registram curvas para baixo em popularidade e aprovação de governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) parece que resolveu apelar. Depois de substituir o boquirroto Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores – e por outro diplomata que também reza pela cartilha do olavismo -, o capitão vingou-se do crescente isolamento social e do aumento dos índices de rejeição promovendo mudanças no Ministério da Defesa e em outras áreas do governo. As mudanças mais recentes começaram com a saída do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, seguidor do negacionismo olavista que causou inúmeros danos ao Brasil na condução da política externa. Foi substituído pelo embaixador Carlos França, ex-chefe do Cerimonial do Palácio do Planalto, indicado por Eduardo Bolsonaro, o que desagradou setores do Centrão e vários senadores. Na segunda-feira (29), a demissão do general Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa revelou o desapreço com que Bolsonaro trata os militares que se tornam auxiliares de seu governo.

PROTESTO DAS FORÇAS ARMADAS

Após a demissão do ministro, os três comandantes das Forças Armadas – Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica) – colocaram seus cargos à disposição do novo titular da Defesa, o general Braga Netto. Em carta, o ex-ministro sinalizou os motivos de sua saída na forma como agradeceu ao presidente, mas fez questão de frisar que preservou as Forças Armadas como instituições de Estado.

Segundo Afonso Benites, correspondente do ‘El País’, no dia em que o Brasil atingiu novo recorde de mortos por Covid-19, com 3.780 óbitos em 24 horas, o Governo Jair Bolsonaro demonstrou mais uma vez que as estratégias para frear o avanço do coronavírus não estão em suas prioridades. Escreveu Benites: “O Palácio do Planalto dedicou seu tempo a amplificar a crise político-militar provocada pelo próprio presidente, com a demissão do ministro da Defesa, seguida da saída em protesto dos três comandantes das Forças Armadas, Marinha, Exército e Aeronáutica”.

“Foi algo inédito desde a redemocratização”, continuou Benites. “Acuado pelo Congresso e de olho em sua base mais radical, o objetivo do presidente, ao longo de todo dia, foi enviar a mensagem de que estava enquadrando as forças militares, e não sendo um alvo de protesto do alto escalão castrense”. Em seguida, salientou: “As especulações sobre um possível autogolpe, uma ruptura institucional ou a decretação de estado de sítio, ou de defesa, era tamanho, que precisou o vice-presidente, o general Hamilton Mourão, vir a público para arrefecer os ânimos”.

DIVERSIONISMO

O bolsonarismo operou quatro estratégias diversionistas. Primeiro, difundindo a versão de que Bolsonaro foi severo demitindo os três comandantes militares. Porém, na realidade foram eles quem entregaram seus cargos por discordarem da demissão do ministro Fernando Azevedo e Silva. Depois, os fiéis do capitão armaram estratégias para furar a fila de promoção no Exército e encontrar um novo comandante.

O grupo de frente de Bolsonaro ainda usou um de seus fiéis batedores na Câmara dos Deputados, o major Vitor Hugo (PSL-GO), na tentativa de por em votação um projeto de lei ampliando os poderes do presidente durante a pandemia. Por fim, abriram o compasso para que o novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, assinasse a “ordem do dia” exaltando o golpe militar de 1964 para ser lido nos quartéis de todo o país na quarta-feira (31).

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorMaracaju: sessão itinerante aproxima Legislativo e população
PróximoVereadores reforçam o caixa da inclusão social em Campo GrandeNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Motorista que subiu na calçada após mal súbito morre dois dias depois

3 de outubro de 2026

Inscrições para concurso da Câmara com salário de R$ 32 mil começam em 15 de outubro

3 de outubro de 2026

São Paulo e Corinthians decidem título do Brasileirão Feminino no Morumbis

3 de outubro de 2026

Bataguassu inaugura centro especializado para crianças e adolescentes com autismo

3 de outubro de 2026

Porsche Macan de R$ 500 mil tomba após colisão com van

3 de outubro de 2026

Atlético-MG encara Bragantino na Arena MRV em duelo adiado do Brasileirão

3 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com