• Campo Grande MS, 14 de agosto de 2026
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 14 de agosto de 2026

Intolerância: casos se multiplicam e MS apresenta estatísticas preocupantes

  • 24 de novembro, 2020
  • Cidades, Destaque, Geral

Casos como o de João Alberto só alcançam grande repercussão porque são gravados. Longe das câmeras, negros (soma de pretos e pardos, de acordo com a classificação adotada pelo IBGE) representam 75,7% das vítimas de homicídios no Brasil. Os dados são do Atlas da Violência 2020, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados coletados entre 2008 e 2018.

Significa que para cada ‘não negro’ (brancos, amarelos e indígenas) assassinado, são mortos 2,7 negros – quase o triplo. As negras representaram 68% do total das mulheres assassinadas no Brasil, com uma taxa de mortalidade por 100 mil habitantes de 5,2. Quase o dobro quando comparada à de mulheres não negras. O pensamento negacionista de Mourão converge com o do presidente da República, Jair Bolsonaro, e eles têm ajuda de um coral que é muito grande e preocupante no País.

Embora seja uma prática centenária, o preconceito de raça no Brasil só passou a ganhar visibilidade ampla nas décadas finais do século passado, a partir de 1980, com protestos ou denúncias nas músicas, peças teatrais, boletins policiais e avanços na legislação, como a tipificação do crime por discriminação ou injúria racial. Um dos exemplos mais recentes em âmbito nacional foram as ameaças de morte dirigidas por um grupo de extrema-direita à primeira mulher negra eleita vereadora em Joinville (SC), a professora Ana Lúcia Martins (PT).

A professora Ana Lúcia, primeira negra eleita em Joinville, sofre ameaça de morte

Em Mato Grosso do Sul, nos anos 1980, a eleição de um negro – o empresário Valdeci Batista – para presidir o Rádio Clube, instituição social de entretenimento e lazer, instalou calorosa polêmica em Campo Grande. No entanto, Valdeci assumiu e governou o RC com amplo apoio dos associados.

Todavia, as coisas estão longe de representar mudança de paradigma na cultura do racismo em território guaicuru. De acordo com o Anuário de Segurança Pública, atualizado em outubro de 2020 e com dados de 2019, no ano passado foram registrados 361 casos de injúria racial e 18 casos de racismo em Mato Grosso do Sul. É quase 1 um registro por dia.

IDOSA E JOVEM

Este ano, um dos casos de injúria racial envolveu uma idosa de 70 anos, moradora do Jardim Morenão. Ela procurou a polícia ao ser ameaçada de morte por ser negra e relatou que foi ameaçada por uma vizinha. A declaração ouvida foi de que a mulher seria capaz de dar um tiro na vítima porque “odiava preto”.

Uma jovem de 19 anos procurou a polícia na Capital ao ser ameaçada de estupro e esquartejamento. “Vou te cortar todinha depois de te estuprar”, disse o autor, após indagar: “Que preta é essa que não tá na escravidão?”. Em outubro, o motoentregador Edimar Oliver Peres de Souza, de 29 anos, denunciou cliente ao ser chamado de “preto” e “enrolado”, por causa de atraso na entrega do pedido.

“Ser preto no Brasil é carregar um carimbo de vulnerabilidade em que as pessoas se acham no direito de julgar você pela cor da pele”, declara a presidente da Comissão da Igualdade Racial da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) seccional em Mato Grosso do Sul, Silvia Constantino.

Outras Postagens

PrevAnteriorRacismo não existe, segundo os racistas de plantão
PróximoIntolerância II: quem já sofreu humilhações antes ou depois do sucessoNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Edição 1530

14 de agosto de 2026

Sequestro de Ayla foi planejado para que suspeita tentasse manter casamento, diz polícia

14 de agosto de 2026

Identificado motorista da carreta que caiu no Rio Taquari com desabamento da ponte

14 de agosto de 2026

Eleição  do TCE-MS terá chapa única

14 de agosto de 2026

Investidor de renda fixa de curto prazo sai ganhando pelo 3º mês seguido

14 de agosto de 2026

Semana fecha: Mercado pecuário com preços estáveis em MS

14 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com