Ruas desertas, comércio fechado. A ordem é ficar em casa. Embora seja muito bom ficar no aconchego do lar com a família, esta situação atípica deixa todo mundo apreensivo com o que vem pela frente
Uma coisa é certa: vem a conta desse tempo parado em casa. É que estar com a família, implica também no aumento de alguns gastos. Água, luz, gás de cozinha são alguns dos itens que sofrerão aumento no consumo com tanta movimentação dentro de casa.
Por esta razão, é importante observar algumas orientações que vem de economistas para que a conta não fique cara no final, ou seja, quando tudo isso passar.
Cabe a tarefa diária de praticar economia. Evitar longos períodos debaixo do chuveiro na hora do banho é uma atitude simples e que deve ser observada. Em média, cada pessoa utiliza cerca de 50 litros de água para tomar um banho, por exemplo. Evitar lavar a calçada ou lavar o carro com o uso da mangueira são medidas que devem ser tomadas.
Certamente, toda água consumida está girando o relógio do hidrômetro e consequentemente, está sendo contabilizada. Embora para algumas categorias de consumidores a cobrança de água esteja suspensa, isto não significa que ela não será cobrada. É preciso ter atenção neste consumo para não ter surpresa na chegada da fatura.
Outra dica importante é pra quem tem condições de quitar as faturas nas datas de vencimento. Pagar tudo em dia, certamente resulta em economia no bolso no final do mês. É a prática do chamado planejamento financeiro mensal.
É tempo de restrição. Fazer uso consciente da água e de outros itens essenciais para a manutenção de um lar é uma tarefa de todos dentro de casa. A conta é bem simples: quem agir com prudência, não terá nenhuma surpresa quando chegar a fatura porque, no final das contas, tem conta para ser paga.






