• Campo Grande MS, 12 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 12 de setembro de 2026

Medicina brasileira deve contar com nova área de atuação

  • ONCOGENÉTICA
  • 11 de dezembro, 2018
  • Destaque, Geral
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

Um importante passo foi dado para regulamentar a oncogenética no Brasil. No final de novembro, foi apresentada pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) à comissão científica da Associação Médica Brasileira (AMB) a criação de uma área de atuação da especialidade.

 

A proposta foi apresentada na reunião pela médica Patrícia Ashton-Prolla, representante da SBGM com apoio da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).

 

“Seguindo o ordenamento das especialidades médicas, a capacitação na área de atuação deverá ser feita no período de um ano, com carga horária de 2.880 horas. A formação deve contemplar a formação sólida no atendimento clínico aos pacientes em risco para câncer hereditário; aconselhamento genético; diagnóstico diferencial das síndromes genéticas de predisposição ao câncer; técnicas básicas de biologia molecular aplicadas à oncogenética; interpretação dos resultados dos testes moleculares; recomendação de medidas terapêuticas específicas e orientação aos familiares”, explica Patricia.

 

O diretor de relacionamento da SBGM, Diogo Soares, também participou da reunião na AMB e destacou a importância de regulamentar a especialidade no país.

 

“Estima-se que 10% dos casos de câncer são hereditários. A projeção para 2018 é de 600 mil novos registros, ou seja, destes, 60 mil teriam algum fator genético envolvido. Temos poucos profissionais, médicos geneticistas e não geneticistas, para atender esta demanda. Então, existe a necessidade de formar e regulamentar a especialidade. Esta vitória na comissão da AMB é um ótimo começo”, comenta Soares.

 

Foram cinco argumentos que embasaram a proposta apresentada por Patricia Prolla: a transdisciplinaridade e complexidade inerentes às atividades que englobam a prática da oncogenética; a prevalência das síndromes de predisposição hereditária ao câncer e estimativa da necessidade de profissionais na área e o reduzido número de médicos devidamente capacitados exercendo atividades de assistência. Além disso, a ausência de treinamento devido nos programas de residência e a rápida expansão com ampla disponibilização da tecnologia, que muitas vezes leva a solicitações de exames por profissionais sem a devida capacitação ou a teste genético sem intermediação do profissional capacitado, também foram citadas.

 

Durante a reunião, as outras sociedades manifestaram interesse em pleitear esta área de atuação por terem atividades afins ao tema. Desta forma, a AMB vai realizar uma consulta formal com todas as suas especialidades antes do tema ser encaminhado para análise e deliberação pelo Conselho Federal de Medicina.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorIFMS abre mais de 1,5 mil vagas em cursos gratuitos
PróximoLivro sobre a biografia de Nelson Trad é lançado em Campo GrandeNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Nelsinho não cede a pressão: Comissão vai aguardar Sessão do STF

12 de setembro de 2026

Eleitores com deficiência podem pedir transporte gratuito até segunda-feira

12 de setembro de 2026

Duas mulheres agridem homem a pauladas no centro de Campo Grande

12 de setembro de 2026

Motorista atropela duas pessoas após briga em espetinho no Tijuca

12 de setembro de 2026

Presidente da Santa Casa e mais cinco passam por audiência de custódia neste sábado

12 de setembro de 2026

Ação da Câmara por obra viária serve de parâmetro para soluções urbanas

12 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com