• Campo Grande MS, 5 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 05 de setembro de 2026
editorial

A coragem pode não ser tudo

  • Geraldo Silva
  • outubro 26, 2018
  • 8:27 pm
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

 

 

Ninguém duvida da coragem do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira. Porém, agora com as chuteiras da magistratura penduradas ele calçou os sapatos da política, certo de estar contribuindo com o aprimoramento da representação popular.

 

Isso é bom. É de fato importante. E é, de direito, essencial que as pessoas se reconheçam neste papel singular de responsabilidade e participação, sobretudo quando tratar-se de alguém com a visibilidade e a dimensão representativa de um magistrado, um operador do Direito e da Justiça.

 

Esperava-se, por isso, bem mais do juiz que ganhou notoriedade combatendo o crime organizado e os criminosos, do homem da lei que precisou ficar 24 horas/dia sob proteção policial em todos os ambientes, do escritório ao banheiro; esperava-se na disputa política contra qualquer adversário esta figura consagrada dentro e fora do Brasil pelas manchetes e premiações meritórias.

 

Infelizmente, para decepção de grande número de admiradores e estudantes que o têm – ou tinham – como exemplo a ser seguido, sua contribuição com a política, no sentido de torná-la mais digna e confiável, funcionou ao contrário. E não foi ao acaso. Não foi incidental. Foi por suas próprias mãos. Ou atos. Ou decisões. Foi a pressa, talvez, de acertar. Ou o erro intencional de um projeto contaminado pela ânsia nervosa e açodada de fazer da política e das urnas o coroamento de sua santidade cívica.

 

Embora com mais de 40 anos operando como profissional nas áreas do Direito e da Justiça, o juiz aposentado Odilon de Oliveira demonstra em sua estreia na política que não tem todo o preparo jurídico que propaga ou então interpreta que a lei, em vez de ser, pode ser para todos. Haveria exceções. No seu caso.

 

Não fosse assim e ele não teria sido condenado mais de uma vez a sofrer multas pecuniárias da Justiça por infrações à legislação eleitoral, principalmente pela prática da propaganda política irregular. Não fosse assim e ele não estaria sendo alvo de acusações graves de um primo e assessor que o assistiu direta e reservadamente por 18 anos no tribunal que aprecia e julga criminosos graúdos.

 

Enquanto a Justiça não dá o veredito, afirma-se a presunção da inocência, da probidade. Mas sob questionamento diante das situações que se revelaram durante a disputa política, especialmente as contradições grosseiras e espalhafatosas, como a aproximação com o ex-governador André Puccinelli e seu partido, que o juiz já chamou de “quadrilha do MDB”.

 

Afinal, foi o candidato do PDT que logo no início da caminhada avisou, lá de cima, que não aceitaria ninguém suspeito no palanque e nem no governo. Os suspeitos e condenados já estão à vontade, em casa, no seu palanque, ansiosos para emendar o soneto e instalar-se no governo para mandar e desmandar. As pesquisas avisam que a maioria do eleitorado não quer mais essa turma. E quem decide são os eleitores. A ficha depende deles, se vai continuar limpa ou se vai ser rasgada.

 

GERALDO SILVA

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com