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Campo Grande, 28 de setembro de 2026

Fiems quer mais agilidade do BB na liberação do FCO para indústria

  • ECONOMIA
  • 19 de julho, 2016
  • Geral
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Ao participar, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, da reunião entre o setor produtivo, Governo do Estado e Banco do Brasil para discutir as prioridades para o FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) em 2017, a diretora da Fiems, Claudia Pinedo Zottos Volpini, defendeu mais agilidade do principal agente financeiro do Fundo na liberação de recursos para o setor industrial sul-mato-grossense.

Ela destacou que, durante o encontro, foi possível constatar que o Banco do Brasil demonstra muito interesse em atender com celeridade as demandas do setor produtivo junto ao FCO. “Trata-se de um conjunto de ações, que se iniciam com a primeira conversa entre o empresário e o gerente dentro do banco até o fechamento do contrato para a liberação dos recursos. Na nossa avaliação, a instituição precisa preparar os agentes que vão receber essa primeira proposta para que eles possam identificar se o industrial poderá ou não captar esse recurso”, declarou.

Claudia Volpini entende que essa clareza na relação do Banco do Brasil com o empresário tem de ser prioritária. “Porque, caso contrário, cria-se uma expectativa e uma demora sobre determinados projetos, que, muitas vezes, não terão os recursos liberados pelo FCO. O empresário se ilude ou acha que tem capacidade e condição de financiar, mas, na realidade, acaba tendo uma enorme frustração e, o pior, em um grande período de tempo, que ele poderia estar buscando outros recursos para viabilizar o seu projeto”, reforçou.

O fundo

O secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico e presidente do CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO), Jaime Verruck, destacou que a finalidade do encontro foi realizar a discussão das diretrizes, bem como o destino dos recursos aplicados, regras e restrições de aplicação. “Esse é um grande momento de discutir aquilo que é prioridade para o FCO, nós vamos fazer nossas propostas aliadas ao plano estratégico do Estado e estamos tentando alinhar agora nessas diretrizes 2017 todas as linhas de financiamento de tal forma que dê sustentação a esse plano de desenvolvimento”, ponderou.

O assessor de governo do Banco do Brasil, Sinval Alves Mota Junior, apresentou ainda o balanço do FCO em 2015 e dos investimentos efetuados para fomentar o desenvolvimento econômico do Estado no primeiro semestre deste ano. “Os indicadores de desempenho apontaram que foi realizada 87,7% da aplicação dos recursos. A programação orçamentária para 2016 prevê repasses do Tesouro Nacional no valor de R$ 1.708.137.530 e retornos de financiamento de R$ 3.886.417.741”, detalhou. (Assessoria)

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