A excelência política faz a diferença
Segundo o TSE, Mato Grosso do Sul foi às urnas tendo 2.024.884 eleitores aptos ao voto. Sem considerar quem não votou e os brancos e nulos, 1.759.599 destes votos elegeram filiados ao PL que concorreram às duas vagas para o Senado: Reinaldo Azambuja, que bateu o recorde de sufrágios na história estadual, com 903.554 votos (34,6% dos válidos), e Capitão Contar, com 856.045 (ou 32,8%).
Impressionou também o desempenho dos partidos das coligações conservadoras, lideradas pelo PL e PP. Além dos dois senadores e da reeleição do governador Eduardo Riedel (PP), conquistaram 20 das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa e sete das oito vagas na Câmara dos Deputados.
O PL, com o efeito do “ciclo Azambuja”, iniciado em agosto de 2025, saltou de cinco para 23 entre os 79 prefeitos municipais.
Estes números espelham a grandeza da representação numérica do conservadorismo no Estado, impulsionado sobretudo pela liderança de Reinaldo Azambuja.
Que se faça justiça à contribuição e ao prestígio de outras figuras de ponta, entre elas Eduardo Riedel, Gerson Claro, Tereza Cristina e Rose Modesto, cumprindo papéis determinantes na construção de soluções, uma delas a governabilidade.
Contudo, para operar campos específicos e complexos ao mesmo tempo, trabalhar com humores variados, ter paciência e inteligência para administrar melindres, lapidar relações entre desafetos valorizando seus pontos em comum, juntar os separados e reanimar os desmotivados são exercícios que pouquíssimos dão conta. Azambuja é um deles, talhado para os mais árduos e traiçoeiros desafios da política.
Para compreender ou dimensionar o conteúdo e o alcance de tudo que girou na órbita de sua liderança, basta recorrer de novo aos números e ver o que foi o PSDB, comparando desempenhos políticos e eleitorais entre os tucanos locais e dos demais estados.
Presidido por Azambuja, o PSDB guaicuru foi, com sobras, o mais competente de todo o País, com o maior número de vitórias eleitorais nos diversos níveis, sobretudo a partir de 2014, quando Azambuja foi eleito governador.
A vitoriosa trajetória, iniciada na prefeitura de Maracaju e coroada com a esplêndida resposta das urnas – que o consagraram como o senador eleito batendo recorde de votação -, traz agora aos panoramas estaduais e nacionais da política e do desenvolvimento uma contribuição inovadora e consistente.
Em Brasília, a presença de Azambuja não ficará limitada ao recinto do Senado ou às rotinas congressuais. Será muito mais ampla, notadamente se Flávio Bolsonaro for presidente.
Reconhecido – até por adversários – como parâmetro nacional de gestor público depois de dois mandatos de governador, incensado pela capacidade de liderar construções políticas pelas vias do conhecimento das causas, Azambuja certamente sai desta eleição muito maior do que era quando entrou.
E maior não só para Mato Grosso do Sul, que com ele reforçará seu protagonismo na balança das decisões nacionais, mas para um Brasil que precisa avançar cada vez mais, rumo a um futuro cada dia melhor para todo o seu povo.


