Em agenda municipalista de campanha, governador se emociona com demonstrações de carinho e apoio.
Para o governador Eduardo Riedel (PP), as andanças que realiza na campanha pela reeleição trazem uma emoção muito diferenciada, porque vão além das obrigações de prestar contas do que se fez e debater o que se pretende fazer. “Sou privilegiado pela generosidade de um povo que tem dado carinho e apoio, não só a mim, mas ao governo, porque sabe que participa da governança e sente que há uma verdadeira identificação com seus anseios”, afirmou.
Esta sensação, segundo afirmou, é experimentada em cada visita que faz ao interior. Na semana, ele foi a vários municípios, entre os quais Rio Verde, Costa Rica, Paraíso das Águas e Chapadão do Sul. “Teve caminhada, carreata e muita conversa com as pessoas sobre Mato Grosso do Sul e o que ainda temos pela frente. O mais importante é a troca que fazemos, espontânea e construtiva, sobre como entender as dificuldades e, principalmente, como superá-las, juntos”, definiu.
Riedel tomou como exemplo da atenção que é dada igualmente a todos os municípios os investimentos do modelo municipalista.
Todas as cidades e regiões têm o mesmo tratamento e a mesma importância. “São investimentos definidos pela própria população, por suas representações legítimas, prefeitos, vereadores, lideranças”, explica.
Para a pequena Paraíso das Águas, cidade com cerca de 6 mil moradores, o governo destinou investimentos expressivos áreas como infraestrutura, energia renovável e logística regional.
Receptividade
O povo foi às ruas agradecer e abraçar Riedel, citando diversas melhorias que o Estado realiza em parceria com a prefeitura. Na Avenida Sabino Rodrigues de Menezes foram investidos cerca de R$ 11 milhões em pavimentação asfáltica, sistema de drenagem e iluminação em um trecho de 1,4 km. Trata-se de uma importante via de acesso ligada à MS-316.
Além dos avanços na malha viária, facilitando o escoamento e a conexão com outros municípios, entre eles o de Costa Rica, a cidade já entrou no circuito de pesquisas de potencial energético para gás natural, liderada pela Eneva, com aportes voltados ao desenvolvimento de novas matrizes econômicas locais.
“Quando identificamos o problema, então é possível medir seu tamanho e buscar as soluções”, definiu Riedel.






