Na data dedicada a profissionais da área, o candidato a deputado estadual renova compromissos.

Na quarta-feira, 1º de agosto, foi celebrado o Dia do Profissional de Educação Física. Em Mato Grosso do Sul, os profissionais da área celebram a data e também ganharam da sociedade a merecida reverência.
Um dos nomes de referência da profissão em Mato Grosso do Sul é o professor, desportista e ex-secretário estadual de Turismo, Esporte e Cultura , professor Marcelo Miranda.
Candidato a deputado estadual pelo Republicanos, ele destaca o papel que professores e professoras desempenham na disseminação de ensinamentos e de práticas saudáveis às comunidades, influenciando de maneira positivas as diversas gerações.
Marcelo Miranda faz parte dessa legião de influenciadores do bem, e seu protagonismo vem rendendo ao estado grandes avanços.

Marcelo escreveu capítulos importantes na história da luta pela habilitação profissional. Professor, técnico, pesquisador e dirigente, participou do processo de regulamentação da profissão nos anos 1990 e ajudou a estruturar o Sistema Confef/Crefss em Mato Grosso do Sul. Para ele, o significado do 1º de setembro vai além da homenagem à categoria.
Graduado pela Universidade Federal (UFMS), especialista em Treinamento Desportivo pela PUC Minas e mestre pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marcelo construiu uma carreira que avançou a partir da escola e chegou à universidade, ao esporte de alto rendimento, à pesquisa e apresentação profissional.
Professor no Colégio Dom Bosco, UFMS e UCDB, participou da implantação do primeiro curso de bacharelado em Educação Física do estado. Ligado à criação do Laboratório de Avaliação Física (LAF), que aproximou a formação acadêmica da avaliação e do acompanhamento de atletas e praticantes de atividade física, aprimorou seus conhecimentos.

Proteção da sociedade
Na década de 1990 que Marcelo passou a participar de uma das principais mobilizações da categoria: a regulamentação da profissão. O movimento resultou na Lei nº 9.696/1998, que regulamentou a profissão e criou o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Educação Física. “Foi uma luta por reconhecimento e responsabilidade. Quando se estabelece quem pode exercer determinada atividade e quais os deveres desse profissional, você está protegendo também a sociedade”, afirma.
Marcelo foi atleta e técnico de handebol. Em 1989, comandou a seleção sul-mato-grossense escolar que conquistou o vice-campeonato brasileiro da modalidade. A experiência acabaria influenciando também sua atuação na gestão pública. Entre 2015 e 2022 foi diretor-presidente da Fundesporte. Estruturou políticas do esporte de rendimento, formação esportiva e esporte escolar.
Programas como o Bolsa Atleta e Bolsa Técnico e a reestruturação dos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul fizeram parte desse trabalho. “Passei por quase todos os lados da Educação Física. Fui aluno, atleta, técnico, professor, pesquisador e gestor. Isso me deu uma visão muito ampla da profissão”, assinala.
Quase três décadas depois da regulamentação, Marcelo entende que a Educação Física avançou, mas ainda enfrenta desafios relacionados à valorização profissional, formação continuada e reconhecimento de sua importância em áreas como educação, saúde, esporte e qualidade de vida.






