Medida é preventiva e atinge quatro lotes de ricota fresca da marca ‘vaidosa’. O fabricante deve recolher mercadoria voluntariamente após não comprovar qualidade de insumo utilizado na fabricação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na manhã desta sexta-feira (24/07), a suspensão da venda, distribuição e consumo da ricota fresca da marca Vaidosa em todo o país. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), foi tomada após a empresa não apresentar documentação que comprovasse a especificação de grau alimentício do hidróxido de sódio utilizado no processo de fabricação do produto.
O que diz a Anvisa
Segundo a agência, o hidróxido de sódio é empregado como coadjuvante de tecnologia, ou seja, uma substância utilizada durante a produção para ajustar o pH do alimento. A irregularidade está relacionada exclusivamente à falta de comprovação documental sobre a qualidade do insumo, e não à confirmação de contaminação ou risco já identificado no produto.
A Anvisa ressaltou que a decisão tem base na legislação sanitária vigente e apontou que a empresa descumpriu normas relacionadas ao controle de qualidade dos insumos empregados na fabricação de alimentos. O recolhimento foi comunicado voluntariamente pela própria empresa e homologado pela agência.
Lotes afetados
A medida preventiva atinge quatro lotes da ricota fresca da marca Vaidosa, produzidos pela empresa Vaidosa Indústria e Comércio de Alimentos Ltda. Os lotes sujeitos ao recolhimento são:
-Lote 148
-Lote 153
-Lote 166
-Lote 167
Com a resolução, esses produtos não podem continuar sendo comercializados, distribuídos ou utilizados enquanto a medida permanecer em vigor.
Recomendações aos consumidores
A Anvisa orienta que consumidores e estabelecimentos comerciais que possuam ricota fresca da marca Vaidosa referente aos lotes indicados interrompam imediatamente o consumo e a comercialização. O produto deve ser devolvido ao local de compra ou descartado de forma adequada.
A medida é preventiva e visa garantir a segurança dos consumidores enquanto a empresa não regulariza a documentação exigida pela legislação sanitária.






