A arroba do boi gordo teve queda em Campo Grande e Dourados, e se manteve em Três Lagoas. Já a arroba da vaca gorda se manteve estável nas três principais praças de MS. Nos estados de MT, GO e PR o preço da arroba do Boi China se manteve, com base nos dados divulgados pela Scot Consultoria em 02/07. Em São Paulo e Mato Grosso do Sul valor da arroba do Boi China teve queda e em Minas Gerais teve aumento.
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Em Campo Grande, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 325,50 à vista e R$ 329,00 com prazo de 30 dias (queda de R$3,00).A vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 306,50 à vista e a prazo, R$ 310,00 (manteve o valor).
Em Dourados, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 326,50 à vista e R$ 330,00 com prazo de 30 dias (queda de R$2,00). Já a vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 306,50 à vista e a prazo R$ 310,00 (manteve o valor).
Em Três Lagoas, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 326,50 à vista e R$ 330,00 com prazo de 30 dias (manteve o valor). Já a arroba da vaca gorda em Três Lagoas está cotada em R$ 301,50 à vista e a prazo, R$ 305,00 (manteve o valor).
Boi China @ – Nos estados de MT, GO e PR o preço da arroba do Boi China se manteve, com base nos dados divulgados pela Scot Consultoria em 02/07. Em São Paulo e Mato Grosso do Sul valor da arroba do Boi China teve queda e em Minas Gerais teve aumento.
São Paulo – R$338,00 (queda de R$2,00)
Minas Gerais – R$322,00 (aumento de R$2,00)
Mato Grosso – R$332,00 (manteve o valor)
Mato Grosso do Sul – R$332,00 (queda de R$3,00)
Goiás – R$322,00 (manteve o valor)
Paraná – R$338,00 (manteve o valor)
Com informações da Scot Consultoria
Frigoríficos desaceleram produção e dão férias coletivas após limite de cota com a China
A proximidade do limite da cota de exportação de carne bovina para a China já começa a impactar a indústria frigorífica brasileira.
A proximidade do limite da cota de exportação de carne bovina para a China já começa a impactar a indústria frigorífica brasileira. O consultor de mercado Felipe Fabbri, da Scot Consultoria, analisa que a expectativa é de uma pausa nas compras chinesas até outubro, levando frigoríficos a reduzir o ritmo de produção e, em alguns casos, conceder férias coletivas aos funcionários.
Segundo Fabbri, a percepção do mercado é de que a cota já está praticamente preenchida, considerando os embarques realizados nos últimos meses que ainda devem chegar ao mercado chinês. Com isso, novas exportações correm o risco de serem sobretaxadas, o que tem desacelerado os negócios com o principal destino da carne bovina brasileira.
Sem outro mercado capaz de absorver rapidamente esse volume, a alternativa é direcionar parte da produção ao mercado interno. No entanto, o cenário é desafiador devido ao endividamento das famílias, aos preços mais altos da carne bovina e à concorrência com proteínas mais baratas, como frango e suíno.
Para os próximos meses, a expectativa é de pressão sobre os preços da arroba do boi gordo durante julho e agosto. A recuperação deve ocorrer a partir de setembro, com a retomada das compras voltadas à cota chinesa de 2027, o aumento da demanda externa e a melhora do consumo doméstico no fim do ano.
Com informações do Canal Rural






