Ex-vereadora da Capital, ex-parlamentar da Assembleia Legislativa e referência na política sul-mato-grossense, Grazielle estava em tratamento no Hospital Cassems, não resistiu e deixa três filhos.

A ex-deputada estadual Grazielle Machado morreu na madrugada desta quarta-feira (24/06), aos 45 anos, em Campo Grande. Filha do deputado estadual Londres Machado, ela estava em tratamento no Hospital Cassems e não resistiu à infecção. A morte da ex-parlamentar repercute no meio político de Mato Grosso do Sul, onde construiu trajetória marcada pela atuação em mandatos eletivos, campanhas e articulações partidárias.
Carreira na política
Grazielle foi vereadora de Campo Grande por três mandatos, entre 2005 e 2014, período em que consolidou seu nome na vida pública da Capital. Em seguida, venceu a eleição para deputada estadual de Mato Grosso do Sul, quando recebeu mais de 39 mil votos. Na ocasião, divulgou nas redes sociais que havia sido a mulher mais votada da história do Estado.
Ao longo da carreira, Grazielle se destacou por sua presença constante na política sul-mato-grossense e pela ligação direta com o grupo político liderado pelo pai, Londres Machado, um dos parlamentares mais tradicionais do Estado. Em diferentes momentos, ela foi vista como uma das herdeiras da influência política da família Machado.
Formação e atuação profissional
Graduada em Comunicação, Grazielle também teve atuação fora dos mandatos eletivos. Foi diretora da Revista Ímpar por 10 anos e acumulou experiência na área de comunicação e bastidores políticos. Além disso, coordenou campanhas eleitorais do pai, contribuindo diretamente para a organização da estratégia política de Londres Machado.
Sua trajetória combinou atuação institucional, experiência em comunicação e participação em campanhas, o que ampliou sua presença na cena política do Estado. Mesmo fora de cargos eletivos em alguns períodos, manteve-se ligada à vida pública e às articulações partidárias.

Morte e despedida
Grazielle estava internada com uma infecção no Hospital Cassems, em Campo Grande (MS), onde fazia tratamento, mas não resistiu. Ela deixa três filhos. Até o momento, não há informações oficiais sobre velório e sepultamento.
A morte da ex-deputada encerra uma trajetória política construída ao longo de quase duas décadas, com passagens pela Câmara Municipal de Campo Grande, pela Assembleia Legislativa e por funções estratégicas dentro do grupo político da família.








