Programas de fomento estimulam investidores e consolidam novo ciclo econômico, afirma ex-governador.

O ex-governador Reinaldo Azambuja acompanha nos municípios o trabalho dos setores produtivos, em especial nas atividades primárias, as mais tradicionais, e no segmento industrial, já em processo de expansão. Segundo as suas observações, o cenário da economia em Mato Grosso do Sul possui um novo ciclo, no qual a agricultura e a pecuária, fortalecidas, capacitam os outros segmentos, como a agroindústria, as indústrias de transformação, o comércio e os serviços.
“Além do fôlego novo na agropecuária, que é a base tradicional da economia, as políticas públicas de incentivo e o ambiente de segurança também deram nova motivação aos empreendedores no campo e também na cidade”, afirma.
“Com isto, temos vários ganhos agregados, entre eles a diversificação das atividades econômicas, beneficiando todas as escalas da cadeia produtiva, e a geração de emprego e renda”. Para ele, o Estado já é uma referência positiva aos investidores.
Responsável pela criação de programas e medidas de fomento que tem continuidade no governo de Eduardo Riedel, o ex-governador prevê saltos ainda mais expressivos no desempenho comercial do Estado.
Este avanço terá impulso mais significativo quando a Rota Bioceânica estiver plenamente disponível e o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia vigorando.
A chegada das grandes indústrias de papel e celulose e o avanço da bioenergia completam a projeção de Azambuja.

De perto
Um dos municípios visitados por Azambuja em seu giro semanal foi Jardim. A convite das autoridades locais e do Sindicato Rural, participou da 21ª ExpoJardim – aberta no dia 20, no Parque de Exposições Edito Martins.
Pré-candidato a senador pelo PL, disse que quer colocar seu mandato a serviço do agro, defendendo todas as escalas produtivas do País, “do micro ao grande produtor”, e com o compromisso de buscar garantias sólidas de segurança jurídica no campo.
Azambuja destacou a diversidade da produção no Estado e citou como exemplo a suinocultura. “Pra todo lado que a gente olha, tem um Mato Grosso do Sul crescendo e gerando empregos. Vejam o caso da suinocultura: aumentou 50% nos últimos anos, com cerca de 3,6 milhões de abates por ano”.
Em seguida, disse que, com incentivos e apoio ao produtor, o Estado avança, gera empregos e fortalece a economia. “E quando o Estado cresce, a vida das pessoas melhora”.
Ele recordou que em março de 2020 lançou o Programa Governo Presente, um “pacote” de R$ 4,2 bilhões para atender os 79 municípios com investimentos em infraestrutura, saúde e educação.
“Dias depois, o mundo mudou. A Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia de Covid-19 e foi decretado o estado de calamidade pública. Mesmo com um cenário totalmente adverso, garantimos obras, investimentos e apoio às cidades. E é nisso que eu acredito: municipalismo de verdade, estar presente, ouvir e agir , principalmente quando mais se precisa”.






