Em Naviraí, ex-governador destacou protagonismo local na afirmação do modelo municipalista.

A 20ª Exposição Agropecuária de Naviraí (Exponavi), de 17 a 20 deste mês, agitou festivamente o Cone Sul no último final de semana. O prefeito Rodrigo Sacuno (PL) recebeu ilustres convidados, entre os quais o ex-governador Reinaldo Azambuja, seu correligionário e presidente do Diretório Regional da legenda Bolsonarista.
Acompanhado de Sacuno, do presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Moretto, e de outras lideranças, Azambuja participou de várias atividades, deu entrevistas e retribuiu com atenção a carinhosa acolhida dos naviraienses.
Nas entrevistas que concedeu, Azambuja fez questão de destacar o protagonismo da cidade e de seus habitantes, considerando-os exemplos de capacidade, trabalho e honradez.
Agradeceu o apoio que recebeu em seus dois governos (2015-22), citando frutos da parceria, como as obras sociais e de infraestrutura, entre elas o asfaltamento da Avenida Tarumã, o recapeamento da Avenida Amambai e melhorias em vicinais, uma delas a “Estrada da Balsinha”, conectando Naviraí, Itaquiraí e Iguatemi.
Mudança de política
“Em Navirai, como nos demais 78 municípios, a gente fala de boca cheia dos avanços que chegam e são visíveis. O municipalismo caseiro daqui é um bom exemplo para o Brasil. Todos nós somos muito gratos a Naviraí”, reconheceu, antes de mencionar sua gestão e a de Eduardo Riedel. “Nós mudamos essa política de não olhar para o município trazendo investimentos. Quantas avenidas recapeamos, asfalto novo, o núcleo industrial. Posso afirmar: em 11 anos que o Riedel está completando, a gente fez uma virada de chave”.
Azambuja citou avanços
“O estado que mais cresce no Brasil, a 3ª menor taxa de pobreza extrema, o melhor desempenho educacional, 64% das escolas em tempo integral, paga o melhor piso salarial de professores concursados no País, quase o dobro do estado que está em 2º. E temos o 5º melhor salário de professores convocados”. E frisou: Mato Grosso do Sul será o primeiro estado carbono neutro no Brasil.
“Não há nenhum estado que tenha política de carbono neutro e de absorção de gases que compõem o efeito estufa no aquecimento global”, argumentou. “Por isto, a causa maior é o Brasil, com desenvolvimento, enxugamento da máquina, renovação de ideias e políticas públicas, um governo menos gastador – 38 ministérios é para cabide de emprego. E se a estatal dá prejuízo, que seja vendida”, concluiu.
Confira o vídeo publicado pelo Portal Top Midia News.








