Jornalista investigativo de 63 anos faleceu após complicações pós cirurgia cardíaca. Celso deixa três filhos e legado em redações como Correio do Estado, Midiamax e Top Midia News.

O jornalista Celso Bejarano Júnior faleceu na madrugada desta quarta-feira (04/03), aos 63 anos, no Hospital da Cassems, em Campo Grande, vítima de complicações após cirurgia cardíaca para tratar insuficiência recém-diagnosticada.
Ele construiu carreira sólida no jornalismo investigativo de Mato Grosso do Sul, atuando em veículos como Correio do Estado, onde trabalhou por anos, como correspondente da Folha de S.Paulo, repórter no Midiamax e em redações de sites e jornais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Bejarano cobriu temas sensíveis como questões indígenas e arquivos da Ditadura Militar na fronteira com o Paraguai, integrando também a Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MS.

Colegas destacam sua paixão pelo ofício: “Era jornalista 24 horas, sensível e destemido”, segundo Edivaldo Bitencourt e Aline dos Santos, que elogiaram suas investigações sobre torturas e povos indígenas.
Celso deixa três filhos. Até o momento, não há informações confirmadas sobre local e horário de velório ou enterro, que devem ser anunciados em breve pela família ou entidades de imprensa.






