Acidente na BR-163 interrompe o trânsito nos dois sentidos próximo a Caarapó. Homem que transitava no local tenta agredir funcionárias da Concessionária e PM com barra de ferro, acaba ferido .

Jaime Ribeiro, de 31 anos, morreu na noite de sábado (10/01/2026) baleado por um policial militar durante confronto na BR-163, zona rural de Caarapó, a cerca de 274 km de Campo Grande (MS).
O incidente ocorreu por volta das 18h, após acidente com caminhão que interditou a rodovia nos dois sentidos, controlado por funcionárias da Concessionária Motiva.
De acordo com informações apuradas pelo jornal Alerta de Dourados, Jaime Ribeiro, de 31 anos, já causava conflitos há algum tempo no local, circulando entre os veículos parados no congestionamento e demonstrando comportamento hostil. Em determinado momento, ele passou a ameaçar e atacar duas socorristas da concessionária Motiva Pantanal, ambas mulheres, que atuavam diretamente no atendimento da ocorrência.
Relatos indicam que Jaime portava uma barra de ferro e apresentava elevado grau de agressividade, colocando em risco a integridade física das profissionais e de outras pessoas que aguardavam na rodovia.
O PM, de 37 anos, trafegava no sentido Dourados quando soube de agressões a duas servidoras da empresa por um pedestre. Ao chegar no km 205, testemunhas indicaram que Ribeiro se escondia em matagal à margem da pista. O cabo avançou à pé, mas Ribeiro o atacou com barra de ferro, ignorando ordem de largar o objeto.

Mesmo após disparos iniciais na perna, Ribeiro continuou o ataque, ferindo as pernas do militar, que revidou com tiro no peito. Socorrido pela equipe da concessionária ao Hospital São Mateus, em Caarapó, Ribeiro não resistiu e faleceu na entrada da unidade. A pistola Beretta APX do PM foi apreendida pela Polícia Civil.
Local e resposta policial
O local foi isolado por PM, PRF (Polícia Rodoviária Federal) e Perícia Técnica para análises. O PM passou por exame de corpo de delito e foi à delegacia local prestar depoimento.
Investigação em andamento
A Polícia Civil de Caarapó apura legítima defesa e proporcionalidade do uso da força. Não há antecedentes criminais divulgados de Ribeiro nos relatos iniciais.






