• Campo Grande MS, 18 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 18 de agosto de 2026
editorial

Saúde doente, serviços caóticos e o povo agredido

  • Geraldo Silva
  • dezembro 2, 2025
  • 5:47 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Ainda que estivesse na razão de impedir tumultos mais graves, a Guarda Municipal de Campo Grande não tinha necessidade alguma de praticar as agressões, registradas por diversas câmeras, na abertura oficial do Natal da Cidade, programada pela prefeitura.

Foram agressões que, mesmo em casos específicos, como o da idosa atirada ao chão por um GCM, retratam o nível absurdo de descompasso gerencial e político da gestão comandada por Adriane Lopes.

Maria Cristina Zuza Franco, de 61 anos, a mulher agredida por um guarda municipal que a jogou no chão, num ato flagrante de covardia, é uma das centenas de milhares de campo-grandenses que apanham todos os dias e noites na fila dos postos de saúde esperando por médicos ou medicamentos que muitas vezes não chegam ou não tem. De igual forma apanham os usuários do serviço caro e capenga de transporte coletivo. E também são surrados aqueles que têm prejuízos com veículos quebrados nas peneiras formadas nas ruas da cidade.

As agressões, como se vê, ocorrem de diversas maneiras. E o que é feito pela prefeitura ou pela prefeita para acabar com estes tantos castigos sumários impostos à população, às pessoas que abastecem os cofres da municipalidade e pagam seus salários? O que se fez, por exemplo, para apurar e providenciar as sanções cabíveis no caso da repressão violenta e desproporcional da GCM a meia dúzia de manifestantes?

De mal a pior, e piorando mais a cada dia, a prefeita e sua equipe extrapolaram todos os limites de tolerância ética, moral, administrativa e política. O Ministério Público acumula intervenções cobrando respostas da gestora para desacertos e denúncias sobre, por exemplo, a suspeita de desvio de recursos da Saúde, denunciado pelo conselho municipal.

Não há mais doses extras de paciência ou de crédito de confiança para esperar que as coisas melhorem. A prefeita foi reeleita na boleia de um caminhão de promessas, praticamente todas inexequíveis a curto ou médio prazo. Até dinheiro para pagar o 13º salário do funcionalismo não foi devidamente reservado…ou conservado. As empresas que realizavam o serviço de tapa-buracos sofreram calote e interromperam os serviços, que só agora parece estar sendo retomados.

A prefeita esconde-se das suas responsabilidades, apostando em blindagens arranjadas junto à maioria governista de vereadores, mas até estes, os governistas, já não querem mais defender o indefensável.

E se ainda há quem duvide dos fatos aqui elencados, que procure então saber quais são os motivos pelos quais certas vozes de seu bloco de aliados andam evitando celebrá-la e até pensam em manter distância para não correm o risco de ganhar desgastes por tabela.

É a velha história do “diz-me com quem andas…”

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com