• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026

Uma gestão se afunda num poço babilônico de desacertos

  • Geraldo Silva
  • 29 de novembro, 2025
  • Artigos, Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Uma gestão se afunda num poço babilônico de desacertos

Formigas e cupins, assim como a maioria dos bichos que vivem em bandos, fazem do colaborativismo a lei sagrada de suas sobrevivências. Um pelo outro e vice-versa, assim carregam seus alimentos e constroem os seus abrigos. Dividem as tarefas e responsabilidades para que todos sejam um só, numa exemplar e estratégica disciplina de entendimento e coesão.

Enquanto os bichos-bichos, por inteligência instintiva, falam na mesma língua da disciplina pela união, tornando-se por isto mais fortes e capazes de suportar cargas que excedem o seu próprio peso, o bicho-homem faz o contrário. Por ser privilegiado pela acuidade cerebral, a tal da inteligência, poderia ou deveria poupar os instintos de necessidades estratégicas, limitando-se ao emocional. Só que não.

Tomemos por exemplo de contraponto entre o Homem, o racional, e os animais, os irracionais, a confusão oceânica em que se transformou a gestão pública de Campo Grande. Sem ir aos vãozinhos dos detalhes, é só conferir as ordens e contra-ordens que desbaratinam a execução das responsabilidades da titular do Executivo.

Se o exercício do poder partilhado entre sua dirigente máxima não funciona como deveria e é confuso, é porque falta liderança, autoridade. Liderar não é mandar, subjugar, sapecar o sistema de ordem unidade ou de “ordinário, marche”. Ter autoridade nada tem a ver com autoritarismo. Infelizmente, esses desvios estão aí há anos, adornando negativamente o quadro de ocupantes das altas esferas gerenciais e políticas que acham estar seguindo a prefeita.

Cada um fala a língua do interesse próprio. E das piores formas, acomodando-se no servilismo, pronto para bater palmas dia e noite à majestade e, com isso, criando um teatro real onde cada qual atira para o lado que lhe interessa – desde que seja para agradar a chefia. Não por acaso, a gestão campo-grandense enfraquece dia a dia, derrete-se num emaranhado de ausências e omissões, decisões equivocadas e grosseiros erros administrativos.

A prefeita, em suma, não conseguiu – ou não teve a competência – para fazer com que sua gestão tivesse uma linguagem única, traduzida e pronunciada por todos que a rodeiam, desde as escalas mais humildes do serviço público até aos mais elevados postos de mando e de mandatos. A confusão, portanto, tornou-se babilônica.

Qualquer cristão, ou até um ateu, conhece o mito bíblico da Torre de Babel, narrado no livro de Gênesis. Depois do dilúvio, a humanidade falava uma só língua e resolveu construir uma torre que chegasse ao céu. Deus não aceitou a deslavada ambição e fez com que os construtores da obra passassem a falar línguas diferentes, o que gerou uma enorme e autodestrutiva confusão.

Campo Grande não tem esta torre. Mas o poder administrativo e político da cidade é sustentado por gestores, subordinados e afins que tentaram alcançar os céus, cada um com seu próprio tijolo. Isto resultou num caos sem precedentes. E os construtores desta obra, cada um por si, seguem tentando alcançar o céu. De cabeça pra baixo.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorNovembro: Bolsa tem maior alta em 15 meses e dólar cai
PróximoPix transforma cenário financeiro e acelera desaparecimento do dinheiro físico no BrasilNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Corrida às eleições reúne 12 vereadores de Campo Grande

19 de agosto de 2026

Glória Menezes morre aos 91 anos e deixa legado de mais de seis décadas na TV brasileira

19 de agosto de 2026

Mega-Sena acumula e prêmio salta para R$ 50 milhões

19 de agosto de 2026

Azambuja: “Confio na energia de um povo que caminha junto comigo”

19 de agosto de 2026

Frente fria avança sobre MS e derruba temperaturas no sul do Estado

19 de agosto de 2026

‘Casal Grávido’ completa 15 anos com mais de mil famílias atendidas

19 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com