Moeda reage a indicador de inflação americana, demonstrando resiliência.

Ibovespa abre quinta-feira em queda
Passada a reação positiva com a isenção de quase 700 produtos da cobrança de tarifas pelos EUA, o Ibovespa, principal índice da Bolsa, operava em recuo no início dos negócios. Às 10h08 (Brasília), o índice cedia 1,3%, aos 132.243 pontos. Todos os setores apresentavam queda, exceto a Embraer (EMBR3), que seguia reagindo positivamente à isenção do tarifaço. A indústria aeronáutica subia 3,57%.
A Vale (VALE3) cedia 2,02%; as empresas voltadas ao consumo cíclico também cediam em bloco diante da alta dos juros futuros. Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) caíam 0,79%, em linha com a desvalorização do futuro do petróleo para outubro, que cedia 0,94% para o tipo Brent. Outras petrolíferas também cediam: Prio (PRIO3) -1,15% e Brava (BRAV3) -0,75%.
Dólar inicia quinta-feira em alta
O dólar operava em leve alta no início dos negócios, sendo cotado às 9h50 (Brasília)a R$ 5,60 e em avanço de 0,18%. O contrato futuro para agosto da moeda também subia 0,34%, valendo também R$ 5,60. Par do real, o dólar também se valorizava frente o rand, da África do Sul.
A valorização acontece após a divulgação do PCE de julho, o índice de preços de despesas com consumo pessoal, que subiu 0,3% em relação a junho. No ano, a inflação medida pelo indicador se manteve estável em 2,8%. O dado é olhado de perto pelo Fed, o BC americano, para balizar a política de juro do país — ontem, a autoridade monetária decidiu pela manutenção da taxa no mesmo patamar pela quinta vez.
O DXY, que mede o ímpeto da moeda americana frente a seis moedas fortes, cedia levemente, em queda de 0,04%.
Com informações do Portal O Globo Finanças e cotação ao vivo






