Papy lidera postura arrojada de vereadores, comprometidos com as reais prioridades locais e ampliando seu alcance político.

Apesar de transcorridos apenas três meses, já é possível constatar mudanças positivas e alentadoras na postura da Câmara Municipal de Campo Grande. Neste início de nova legislatura, e sob a liderança de seu presidente, Epaminondas Papy Neto (PSDB), o Legislativo demonstra ter consciência de seu papel, identificado com os principais desafios e as reais prioridades da população. “Somos um poder que dá a sustentação política e institucional ao regime democrático, sendo o que está mais próximo da sociedade, mais acessível, portanto, mais transparente e credenciado para fortalecer o sistema da democracia participativa”, afirma Papy. Ele ressalta que todas as demandas encaminhadas pelos campo-grandenses são recebidas com atenção diferenciada pelos 29 vereadores, porém ressalva que existe um olhar sensível para garantir a tramitação das demandas de maior urgência.
Entre as preocupações que dominam a rotina dos vereadores neste início de ano está a responsabilidade simultânea com duas atribuições: a fiscalização do Executivo e a relação harmônica, mas independente, com a gestão municipal, para colaborar nas respostas às necessidades da cidade e de seus habitantes. “Aqui há liberdade para governo e oposição, ambos exercem seu direito democrático. Entretanto, há o entendimento comum e soberano de que acima de tudo está o interesse público, o interesse dos cidadãos e das cidadãs”, enfatiza.
Buscando soluções
Papy menciona algumas iniciativas e intervenções dos vereadores no atendimento ao clamor popular e buscando soluções concretas, como bem ilustrou a decisão de chamar para o Legislativo uma responsabilidade até então inédita: cumprir com sua parte na definição de critérios para a definição e destinação das emendas congressuais ao Orçamento Federal.
Antes mesmo de Papy e seus pares iniciarem o ano legislativo, os oito deputados federais e três senadores foram mobilizados e atenderam à solicitação da Câmara Municipal para ajustarem a melhor maneira de aplicação dos recursos liberados pelo Planalto. E assim a cidade ficou com os repasses assegurados para suas obras. Inicialmente, são R$ 110 milhões para o Município construir dois viadutos que vão desafogar o fluxo viário e humanizar o trânsito.
Audiências públicas, debates acalorados vitaminando a democracia, apresentação de projetos de lei e outras proposições, intermediação das discussões setoriais sobre problemas que afetam a comunidade e criação de ambientes propositivos têm caracterizado esta legislatura, diz Papy. “É cumprindo nossas obrigações e os compromissos assumidos com o povo que seremos um poder forte e qualificado para contribuir com a cidade e seus legítimos anseios”.








