Mato Grosso do Sul contabiliza 7 mortes confirmadas em 2015 por dengue e investiga mais 6 casos. Além disso, houve um aumento de quase 20% dos casos confirmados em relação a semana anterior, segundo a Secretaria de Estado de Saúde.

Mato Grosso do Sul reportou 6.692 casos prováveis e 2.445 casos confirmados de dengue em 2025, conforme o boletim da 13ª semana epidemiológica divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta sexta-feira (04/04).
Em comparação com a semana anterior, que registrou 5.753 casos prováveis e 2.045 confirmados, houve um aumento de 16,3% nos casos prováveis e de 19,6% nos confirmados. O boletim também confirma 7 mortes pela doença, com outras 6 sob investigação. Entre os óbitos confirmados, três vítimas apresentavam comorbidades, e as mortes ocorreram em Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã e Coxim.
Nos últimos 14 dias, Aparecida do Taboado e Figueirão tiveram uma média de casos confirmados. A vacinação contra a dengue continua em andamento no estado, com 201.349 das 241.030 doses recebidas do Ministério da Saúde já aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, a faixa etária mais afetada por hospitalizações devido à dengue. O esquema vacinal consiste em duas doses com um intervalo de três meses.
Além disso, Mato Grosso do Sul registra 4.668 casos prováveis e 865 confirmados de chikungunya, incluindo 12 casos em gestantes e um óbito confirmado em Dois Irmãos do Buriti. A SES recomenda que a população evite a automedicação e busque atendimento em unidades de saúde ao apresentar sintomas de dengue ou chikungunya.
Os principais sintomas da dengue incluem: febre alta, dor de cabeça intensa, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, além de erupções cutâneas.
Já a chikungunya: é caracterizada por febre alta, dores articulares severas, que podem durar semanas ou meses, além de dores musculares e erupções na pele. Ambos os vírus podem causar sintomas semelhantes, mas a dor nas articulações é mais pronunciada na chikungunya.
Se suspeitar de alguma dessas doenças, é importante procurar um médico para avaliação e tratamento adequados.