• Campo Grande MS, 17 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 17 de agosto de 2026

Desembargador é denunciado ao CNJ por irregularidades em processo judicia

  • 4 de novembro, 2024
  • Politica
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Assinatura de falecido e habilitação tardia de sucessores levantam suspeitas sobre decisão judicial

O desembargador Alexandre Aguiar Bastos é alvo de uma nova denúncia, desta vez apresentada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A reclamação, feita por Maria de Lourdes e Carlos Alberto, questiona a regularidade de um processo judicial sob sua relatoria, apontando graves irregularidades como a assinatura de um autor já falecido e a habilitação tardia de sucessores.

Acordo entre a CESP (Companhia Energética de São Paulo), advogados e ribeirinhos de Brasilândia impactados com a construção da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta, a Porto Primavera, foi encerrado há três anos e seis meses e concedeu R$ 69,3 milhões em indenização. Agora, o documento é questionado por algumas famílias que alegam irregularidades no ato e pedem sua anulação. Até denúncia ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) foi feita.

Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta, na divida de MS com São Paulo. (Foto: Reprodução)

A denúncia detalha que, em um determinado processo, consta a “anuência” de um dos autores, já falecido há quase 10 anos, por meio de procuração assinada por um advogado que atuou na causa desde o início. Além disso, outros autores que faleceram durante o processo tiveram seus sucessores habilitados somente após a conclusão do litígio, e de forma irregular, em nome dos herdeiros e não do espólio.

Essas irregularidades levantam sérias dúvidas sobre a validade do processo e a imparcialidade da decisão judicial. A assinatura de um falecido configura possível falsidade ideológica, enquanto a habilitação tardia dos sucessores pode ter prejudicado os direitos dos herdeiros.

A denúncia contra o desembargador ganha ainda mais destaque no contexto da Operação Ultima Ratio, deflagrada pela Polícia Federal na semana passada. Embora a reclamação de Maria de Lourdes e Carlos Alberto seja anterior à operação, a coincidência temporal levanta questionamentos sobre a atuação do magistrado.

Possíveis Implicações:

As denúncias contra o desembargador podem ter diversas implicações:

  • Anulação do processo: As irregularidades apontadas podem levar à anulação de todo o processo judicial, caso sejam comprovadas.
  • Responsabilização dos envolvidos: Os responsáveis pelas irregularidades, incluindo o desembargador, podem ser responsabilizados civil e criminalmente.
  • Dano moral: Os autores da denúncia podem ter direito a indenização por danos morais, caso tenham sido prejudicados pelas irregularidades.
  • Perda de credibilidade: A Justiça pode perder credibilidade perante a sociedade, caso sejam confirmadas as irregularidades.
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorPrefeitura de Campo Grande investe R$ 1,5 milhão em evento com show de Nando Reis
PróximoUFMS promove Semana do Lixo Zero com ações sustentáveis em todos os câmpusNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

MS abre mais de 500 vagas com salários de até R$ 9,5 mil

17 de agosto de 2026

Casas Bahia fecha 298 lojas no país e entra com pedido de recuperação judicial

17 de agosto de 2026

Internacional e Remo fazem hoje duelo direto contra o rebaixamento no Beira-Rio

17 de agosto de 2026

Governo eleva previsão para salário mínimo em 2027

17 de agosto de 2026

Pix  pode ser usado em oito países

17 de agosto de 2026

Funsat inicia semana com 1,1 mil vagas de emprego em Campo Grande

17 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com