• Campo Grande MS, 19 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 19 de agosto de 2026
editorial

Escolhas e o fenômeno das pesquisas

  • Geraldo Silva
  • outubro 7, 2024
  • 9:44 am
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Encerrado o primeiro turno em Campo Grande, uma das avaliações mais esperadas por parte dos estrategistas políticos e dirigentes partidários é sobre o tamanho da influência eleitoral e a credibilidade das pesquisas de intenção de voto. Muita gente – talvez a maioria – duvida das amostragens realizadas e publicadas pelos institutos, lançando suspeitas sobre possíveis manipulações por interesse financeiro ou político-partidário.

É normal esse tipo de suspeita. Há versões diferentes para qualquer e toda atividade nesta vida. Um exemplo é a falácia empregada por troianos, gregos e marcianos, traduzida na canhestra expressão “povo do bem”. Do dia para a noite esta frase tornou-se um item vulgar de auto definição e não raramente se vê por aí patifes e velhacos carimbando-se como “gente do bem” sem sequer ficarem ruborizados.

É assim com a sondagem dos humores e mutações da opinião pública no País e no mundo. Há pesquisas e “pesquisas”. Se deixar de lado aquelas que estão entre aspas, qualquer pessoa poderá saber que existe um método sério, científico e fartamente comprovado para aferir tendências e desejos da sociedade.

Este método, reconhecido mundialmente, é o da probabilidade. Ele antecede a nossa civilização, porque considera com cálculos inteligentes um fenômeno real que é a flutuação ou a instabilidade de sentimentos e impulsos do ser humano instalado em ambientes coletivos, geralmente no universo das cidades ou dos locais de trabalho, atividades e ambientes de convivência.

As pesquisas responsáveis e que trabalham com seriedade só têm um meio de atestar sua qualidade e sua essência: acertando os prognósticos ou encontrando-os o mais próximo possível das realidades no instante de sua aferição. Foi o que ocorreu nas atuais eleições de Campo Grande, com as previsões estatísticas e sua confirmação no produto gerado pelas urnas.

Para mencionar dois, os institutos Quaest e Ranking passaram todo o processo eleitoral aferindo e divulgando o empate triplo, dentro da margem de erro, entre as candidaturas nas três primeiras posições. A diferença no empate técnico não é medida pelo número exato de cada candidato, mas pelo universo das distâncias que os separam na pontuação aritmética. E é neste critério que se formula a concepção do resultado mais provável. Os institutos, portanto, acertaram. As urnas, depois de abertas, deram uma resposta compatível com o cálculo aferido nas pesquisas.

Semelhante quadro foi registrado nos diferentes municípios em que pontificavam candidaturas solidamente entronizadas na pontuação de uma vitória antecipada ou submetidas a um contexto de incrível igualdade, como se viu em São Paulo. Lá e cá passaram para o segundo turno os candidatos que dividiam as maiores pontuações. Contudo, quem ficou em terceiro lugar tinha índices de intenções de voto que o deixaram muito próximo da decisão final.

A vontade do eleitor foi cumprida e prevista. Todavia, quanto ao futuro, não só na contagem das urnas do segundo turno, mas também nos próximos quatro anos de gestão – e aí a responsabilidade será de quem votou e fez as escolhas.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com