• Campo Grande MS, 27 de outubro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 27 de outubro de 2026

Justiça suspende ação contra miniusina no Rio Formoso à espera de acerto

  • 9 de agosto, 2024
  • Cidades
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

A suspensão do processo contra a Agropecuária Rio Formoso, a fim de permitir a negociação de um acordo, revela a complexidade dos conflitos ambientais e a busca por soluções conciliatórias

A Justiça suspendeu por 60 dias o processo do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) contra a Agropecuária Rio Formoso. No centro do processo está o funcionamento de miniusina de energia elétrica, construída na década de 70 no Rio Formoso, em Bonito, cidade turística a 257 km de Campo Grande. A suspensão da audiência de instrução e julgamento foi para formulação de acordo.

Imagem com drone, feita em 2019, mostra final do canal, turbina e devolução ao rio. (Foto: Reprodução)

A construção da miniusina na década de 70, em um contexto de menor rigor ambiental, dificulta a regularização da situação atual.

A empresa pode ser autorizada a operar a miniusina, desde que cumpra determinadas condicionantes, como a realização de estudos ambientais e a implantação de medidas mitigadoras dos impactos.

A empresa pode ser obrigada a desmontar a miniusina e restaurar a área degradada. A empresa pode ser obrigada a pagar compensações ambientais para reparar os danos causados ao meio ambiente.

O acordo pode envolver uma combinação das medidas acima, buscando um equilíbrio entre os interesses das partes envolvidas

O caso evidencia a necessidade de uma legislação ambiental mais rigorosa e eficaz, capaz de prevenir e punir crimes ambientais.

As empresas precisam ter uma gestão ambiental mais responsável, investindo em tecnologias limpas e reduzindo seus impactos ambientais.

A sociedade civil deve acompanhar os processos de licenciamento ambiental e cobrar o cumprimento da legislação.

É fundamental o diálogo entre os setores público, privado e a sociedade civil para encontrar soluções que conciliem o desenvolvimento econômico com a preservação do meio ambiente.

O MPMS ingressou com a ação civil pública contra a Agropecuária Rio Formoso e Luiz Lemos de Souza Brito em 2020. A promotoria denunciou a realização de represamento e desmatamento sem autorização legal na Fazenda América, a 26 km da área urbana.

Após denúncia anônima, foi constatada a obstrução do curso normal do Formoso, no trecho que passava pela propriedade rural, com a colocação de cascalho no leito do rio para a construção de “barragem” com objetivo de desviar o rumo natural das águas para um canal existente no interior da fazenda.

Já a defesa sustenta que a miniusina é fonte de energia limpa, que resultará em dano ambiental caso seja desmontada, além da proibição do uso redundar em altíssimas conta de luz todos os meses. O projeto da miniusina hidrelétrica surgiu em 1976 com a dificuldade de ter energia elétrica e manter a família na propriedade.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorImasul vai tirar 1.400 caminhões de areia de lago no Parque das Nações
PróximoPRF apreende 10,9 toneladas de maconha em AngélicaNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

PF cancela passaportes de Flávio Bolsonaro após prazo e apura possível fuga do Brasil

27 de outubro de 2026

Arroba do boi e da vaca gorda aumenta em Três Lagoas

27 de outubro de 2026

Instabilidade e queda: Resultado das urnas ainda refletem no mercado

27 de outubro de 2026

Corinthians  e as possibilidades de  rebaixamento à Série B

27 de outubro de 2026

Novo RG já pode ser emitido no Detran do Shopping Campo Grande

27 de outubro de 2026

Repartições públicas de Campo Grande terão feriadão prolongado até 3 de novembro

27 de outubro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com